Buenas prácticas medioambientales

Convensa, Contratas y Ventas, estabeleceu como objetivo estratégico a adoção de práticas que respeitem o meio ambiente, para além do estrito cumprimento da normativa vigente.

As práticas são desenvolvidas nas seguintes áreas: ar, água, solo, atmosfera, meio ambiente e biodiversidade.

Para isso, possui um sistema de gestão ambiental certificado segundo UNE-EN ISO 14.001-2015  e integrado no sistema de gestão geral da empresa, aplicável em todas as obras e centros de trabalho, o qual está inscrito no Registo Geral de Propriedade Intelectual datado de 10 de julho de 2009, sob o título de "Sistema de avaliação do comportamento ambiental por meio de boas práticas".

Boas práticas ambientais respondem às seguintes áreas:

Relação com a sociedade

A formação, o cuidado com quem nos rodeia e as experiências que partilhamos e das quais aprendemos são elementos que moldam a nossa presença no meio envolvente e são fundamentais para o resultado final das atividades da Convensa.

Emissões atmosféricas

A movimentação de terras, a operação de máquinas e a demolição de edifícios e estruturas são as atividades que provocam as emissões mais significativas de poeiras e partículas em suspensão.

Geração de Ruído e Vibração

No que diz respeito ao ruído e à vibração, os esforços concentram-se em ações que resultem diretamente na redução dos níveis de ruído ou que causem, indiretamente, pequenos incómodos aos afetados, dependendo dos horários, usos e costumes da área em questão.

Derramamentos de água

A água é um recurso valioso, e as atividades da Convensa Construcción envolvem o consumo, o desenvolvimento das margens dos rios, o desvio de cursos de água e a deposição de efluentes. As ações da empresa visam aumentar a eficiência no uso da água e eliminar os despejos de efluentes associados.

Ocupação, contaminação ou perda do solo

O solo é um recurso não renovável a curto e médio prazo, caracterizado pela sua elevada vulnerabilidade. Entre as medidas adotadas, destaca-se a recuperação de áreas afetadas por obras de construção temporárias ou por restrições de acesso e ocupação.

Utilização de recursos naturais

A atividade da Convensa enfrenta a necessidade de otimizar o consumo dos recursos utilizados, o que nem sempre é diretamente atribuível à fase de execução, onde são processados ​​os materiais requeridos pelo projeto, mas onde a sua aplicação pode ser otimizada com uma gestão adequada dos resíduos.

Geração de resíduos

Os resíduos gerados durante as atividades de construção são um dos principais problemas ambientais associados à indústria da construção civil, contribuindo significativamente para a degradação ambiental. Esta situação é agravada pela redução do espaço disponível nos aterros sanitários e pela necessidade de optimizar o consumo de recursos. Por estas razões, é essencial uma gestão adequada dos resíduos, incluindo a identificação dos tipos de resíduos que serão gerados no estaleiro e a previsão das quantidades produzidas.

Planeamento do uso do solo (diversidade biológica, ambiente urbano)

Para além dos fatores abióticos (água, atmosfera, solo), o setor da construção civil tem também um impacto significativo nos fatores bióticos, como a vegetação e as espécies presentes na envolvente. A conservação da biodiversidade é outro grande desafio ambiental que preocupa a Convensa. As medidas implementadas centram-se particularmente na proteção física, na deslocalização e na adaptação dos horários de trabalho aos ciclos de vida das várias espécies. Além disso, são comuns práticas que minimizam o impacto na vida quotidiana da comunidade, como a prevenção da deposição de lixo nas entradas e saídas do estaleiro e a facilitação do acesso quando os passeios ou as ruas estão ocupados.

Protocolo de Medição de Gases com Efeito de Estufa (GEE)

Foi implementado um Protocolo de Medição de Gases com Efeito de Estufa em projetos de construção, com o objetivo de quantificar estas emissões e potencialmente reduzi-las. Esta iniciativa envolveu a adaptação de software para melhorar a amostragem, a quantificação e a subsequente análise estatística das emissões de gases com efeito de estufa provenientes de atividades de construção. O projeto recebeu reconhecimento público, conquistando uma menção honrosa na categoria "Gestão para o Desenvolvimento Sustentável" na 12ª edição dos European Environment Awards. O protocolo de medição foi desenvolvido em conformidade com os requisitos da norma UNE-ISO 14064-1:2006 e no âmbito da referência setorial ENCORD, a primeira norma a receber o selo "Built on GHG" do Protocolo GHG.